Parte.
Cerra as portas.
Mas não cerres as janelas.
Se nos estão proibidos os pés,
Que ao menos os olhos possam.
Que a imobilidade do aqui
Não me impeça de encontrar-te por lá.
E que a leveza do além
Não te faça do peso olvidar.
Vai.
Carrega as malas.
Mas não me leves o reflexo...
Das águas
Em que mergulho.
Nenhum comentário:
Postar um comentário