Um coração que sofre vários medos
Por já não ver-te feliz como dantes.
Evita ao menos tanta indiferença
Faz rir de novo toda a esperança
Tanto a amo, e meu amor não cansa
Mas tanta coisa há que me atormenta!
Refaz o alto delírio que tive
Traga total e infinita beleza
A dias parcos em que me envenena
Tristeza morta do só descontente
Neste só ter-te em sutis momentos
Tu só revelas todos os tormentos
Nos quais eu sofro por não ter-te inteira...
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