Em tuas mãos
O amado viaja
Por teus montes
E vales
Ele constrói odisseias
Sem fim.
Tu vences o tempo
E as geografias
Senhora do imutável pleno
Mas ele, Penélope
Já estava à deriva
Barco sem remos
Nas águas do tempo.
(Roma, 26/12/13, às 9:03)
Nenhum comentário:
Postar um comentário