quarta-feira, 28 de abril de 2010

Decomposição

E a caixa de Pandora se abre.
E tu te revelas
E te nivelas
No límbico ser que te constituiu.
Se dantes Astreia, Ishtar mais bela,
Outrora Lilith, Perséfone, navalha...
Mais nada disto hoje te representa!
És tu agora o Caos, eterna falha
És tu na essência Sísifo tremendo
És tu mais nada, que Letes te guarde
Neste inferno em que a vejo morrendo.

Um comentário:

  1. Poema-navalha, que só as pessoas mais doces poderiam escrever. Lindo de morrer...Bjo

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