Me olhavas, e o teu verbo
Reverberando aos ouvidos,
Fazia-me escravo teu.
Pedias o dantes já dado:
Tudo que a alma quisera,
Tudo que a mente não deu
E resisti quanto pude.
Mas tu, demasiado cruel,
Em água te converteste.
E as águas que te banhavam
Vertiam em meu coração.
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