sábado, 13 de junho de 2009

Soneto Zero

Que medo que me toma neste instante
De ver-te e ser por ti surpreendido
Deixando, pouco a pouco, o ser amigo;
Querendo, sem saber, ser teu amante.

Sei que também temes um flagrante!
Temes que a vejam assi comigo
Porque me vês também como querido
Que não sossega nunca, contemplante.

Por isso eu e tu somos amantes
Porque nos vemos ambos os vencidos
A quero e não sei em qual momento

E como já houvera dito antes,
O teu lamento triste sempre sigo
A fim de aliviar o meu tormento.

3 comentários:

  1. Foi tu que escreveu???

    ¡Muy belo!Heuheuheu
    BeijoooooooOs!

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  2. Nossa!
    Lindo, como sempre, mas meio deprê pra um dia dos namorados. aiuheiuha
    Só não precisa temer tanto, tudo se ajeita, e afinal não parece faltar muito pra isso... Se é que o soneto é pessoal. aiuheiuha
    Bom final de semana, beijos.

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  3. Bem no espirito de dia dos namorados, mas o amor é assim mesmo, chega de mancinho e quande a gente percebe ele ja tomou conta...

    Muito lindo Gi

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